
"Comece fazendo o que é necessário. Depois, o que é possível e, de repente, você está fazendo o que é impossível". São Francisco de Assis
quinta-feira, 19 de agosto de 2010
quinta-feira, 22 de julho de 2010
BONS SONS
CALCANHAR DE AQUILES
Jean e Paulo Garfunkel
Pra que que eu fui lembrar dos olhos dele
Jabuticaba madura
Coração cabeça-dura
Teima, bate até que fura
Desconjura e negaceia
Feito lobo em lua cheia
Na cadeia desse olhar
Que arrepia, esfria e me dá
Taquicardia, falta de ar
E o coração que desde pro calcanhar de aquiles
Doce suplício do amor
Faquires tiram partido da dor
Que bate, come e repinica
Feito fome de lumbriga
Na barriga da miséria
Coração cabeça velha
Me virando do avesso
Inventei qualquer pretexto
Fui pedir para voltar
Cheguei no prédio errei de andar
No elevador um gordo me dá
Um pisão no calo
Que me enxotou de lá mancando
Sei que esse amor vai ficar sangrando
No peito e no calcanhar de aquiles
Doce suplício do amor
Faquires tiram partido da dor
Que dá lembrar dos olhos dele...
Jean e Paulo Garfunkel
Pra que que eu fui lembrar dos olhos dele
Jabuticaba madura
Coração cabeça-dura
Teima, bate até que fura
Desconjura e negaceia
Feito lobo em lua cheia
Na cadeia desse olhar
Que arrepia, esfria e me dá
Taquicardia, falta de ar
E o coração que desde pro calcanhar de aquiles
Doce suplício do amor
Faquires tiram partido da dor
Que bate, come e repinica
Feito fome de lumbriga
Na barriga da miséria
Coração cabeça velha
Me virando do avesso
Inventei qualquer pretexto
Fui pedir para voltar
Cheguei no prédio errei de andar
No elevador um gordo me dá
Um pisão no calo
Que me enxotou de lá mancando
Sei que esse amor vai ficar sangrando
No peito e no calcanhar de aquiles
Doce suplício do amor
Faquires tiram partido da dor
Que dá lembrar dos olhos dele...
BONS SONS
SÓ DEUS É QUEM SABE
Guilherme Arantes
Não, não sei guardar ressentimeto
Eu hoje lembro com ternura cada momento
Promessas de nós dois naqueles dias
O tempo transformou-as em palavras vazias
As vezes a paixão nos traiu
As vezes foi a voz que mentiu
Mas nada disso importa
O que vale é a sorte escreveu
Só Deus é quem sabe do amor
Eu não sei nada
Só sei que a vida nos prepara cada cilada
E é inútil se tentar fugir
Da longa estrada
Guilherme Arantes
Não, não sei guardar ressentimeto
Eu hoje lembro com ternura cada momento
Promessas de nós dois naqueles dias
O tempo transformou-as em palavras vazias
As vezes a paixão nos traiu
As vezes foi a voz que mentiu
Mas nada disso importa
O que vale é a sorte escreveu
Só Deus é quem sabe do amor
Eu não sei nada
Só sei que a vida nos prepara cada cilada
E é inútil se tentar fugir
Da longa estrada
segunda-feira, 21 de junho de 2010
quarta-feira, 28 de abril de 2010
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